Moradores do entorno da av. Beira-Mar apontam obras de prédios como fonte do material. Moradores do entorno da avenida dizem que o problema se tornou mais evidente há cinco meses. Segundo eles, a suspeita é que as bolinhas de isopor sejam provenientes de obras de condomínios de alto padrão na área. Entre os citados, está o edifício Domo. Em nota, a Reata Arquitetura & Engenharia, que assina a obra, diz que orientou a STO Brasil, responsável pelo revestimento da fachada com placas de EPS, "a reforçar as medidas de contenção, limpeza e monitoramento". A STO Brasil confirmou a dispersão do material e atribui o problema a falhas no processo de execução. Entre os moradores que se queixam do problema está Tommaso Giarrizzo, professor do Labomar/UFC (Instituto de Ciências Marinhas da Universidade Federal do Ceará) e coordenador do projeto Detetives do Plástico. O bairro Meireles, segundo ele, é um dos mais atingidos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.