Cármen Lúcia rejeita tese
Em entrevista para estreia do podcast. Tancredo estava doente e viria a morrer 27 dias depois, antes de assumir o cargo. O objetivo da imagem era tranquilizar os eleitores sobre a saúde do mandatário. A foto foi autorizada pelo político. Em entrevista ao episódio de estreia do podcast "A Máquina", série da Folha publicada pelo Café da Manhã durante o período eleitoral, a ministra rejeita a tese de deepfake "do bem". Para ela, ainda que um vídeo de IA não tenha como objetivo ofender alguém, seja autorizado e não contenha nenhuma mentira, ainda é um deepfake — vedado, portanto, pela regra do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). É o caso do vídeo de Jair Bolsonaro exibido na convenção do PL. A peça é alvo de ação do PT, e será julgada em breve pelo TSE. "Isto é falso, foi criado por uma máquina para passar uma mensagem", disse Cármen, com a ressalva de que não opinava diretamente sobre esta ação. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo