País da América Central está sob regime de exceção desde março de 2022, com policiamento ostensivo e tolerância zero com o crime; taxa de homicídios é uma das mais baixas do. Candidatos alinhados à direita nessa eleição presidencial brasileira, como Flávio Bolsonaro ( PL), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) já elogiaram ou até demonstraram publicamente o desejo de impor no Brasil um modelo de segurança pública semelhante ao implantado pelo Nayib Bukele, em El Salvador. Mas que modelo é esse que vem sendo elogiado pelos resultados no combate à criminalidade, mas recebido críticas por conta de ataques às liberdades individuais e aos direitos humanos?. A popularidade que um combate mais rígido ao crime organizado pode render a um mandatário ou um candidato a presidente é notória. O último ranking de popularidade das lideranças da América Latina, divulgado no início de agosto pela consultoria CB Global Data, mostrou novamente o salvadorenho Bukele no primeiro lugar, com 68,7% de aprovação. Atrás dele está a mexicana Claudia Sheinbaum que, embora posicionada mais no campo da centro-esquerda tem investido contra dos cartéis de drogas (66,5%), até com operações conjuntas com os Estados Unidos. Na terceira e quarta posição do ranking estão os recém-eleitos Keiko Fujimori, do Peru, com 55% de aprovação, e Abelardo de la Espriella, da Colômbia, com 52,4% — ambos apoiadores de Bukele e defensores de um tratamento mais duro contra a criminalidade. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.