Shein foi a grande aposta do fast fashion. Agora, luta para escrever novo capítulo
Sob pressão nos Estados Unidos e na Europa, a Shein enfrenta dificuldades para encontrar novas formas de crescer antes de sua tão adiada oferta pública inicial de ações (IPO). Clientes na inauguração de uma loja de revenda da Shein em Buenos Aires no ano passado. Crédito: Sarah Pabst para o The New York Times Publicidade. A companhia conseguia identificar o que a Geração Z queria e, em poucos dias, transformar essas tendências em vestidos de US$ 10 e croppeds de US$ 5. As roupas eram tão baratas e a oferta de novos modelos era tão incessante que a hashtag # Sheinhaul virou um fenômeno no TikTok. A Shein ultrapassou concorrentes maiores, como Zara e H&M, começou a planejar uma oferta pública inicial de ações (IPO) e, em determinado momento, chegou a ser avaliada em quase US$ 100 bilhões. Depois de anos de adiamentos, a Shein está perto de abrir seu capital — desta vez, por uma fração de seu valor de pico. A empresa busca novas formas de crescer depois que Estados Unidos e Europa acabaram com isenções tarifárias para produtos baratos que ajudavam a sustentar seu modelo de baixo custo. As vendas despencaram nos Estados Unidos, seu maior mercado. E a companhia ofereceu poucos detalhes aos investidores sobre de onde virá um crescimento relevante daqui para frente. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney