Venezuela impede acesso a local onde morreram deportados dos EUA
Folha acompanha saga de familiares na tentativa de localizar corpo de uma das milhares de vítimas dos terremotos. 1º.jul.2026 às 23h00 Edição Impressa Diminuir fonte Aumentar fonte Mayara Paixão Macuto (Venezuela) Yeison Lamus, 47, cruzou metade da Venezuela, desde o estado fronteiriço de Táchira até o epicentro do desastre causado pelos terremotos de uma semana atrás, o estado de La Guaira, em busca do irmão. Jhonattan, 40, foi um dos 146 imigrantes deportados pelos Estados Unidos no mesmo dia em que ocorreram os fortes tremores. O grupo fora alocado pelo Estado venezuelano em uma área que desabou. Yeison desde aquele dia não tem notícias do irmão. Quando tentou acessar o local nesta quarta-feira (1º), foi impedido. A agência de inteligência da Venezuela, Sebin, tem proibido a imprensa e familiares de vítimas de acessarem o entorno do local onde estavam os deportados. O espaço foi completamente destruído, e dezenas seguem sob os escombros. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo