Trump omite interferência da Rússia em discurso sobre fraude eleitoral
Documentos de inteligência ignorados pelo presidente mostram que Moscou trabalhou para prejudicar campanha de Biden. Mas um conjunto de documentos de inteligência que Trump tornou públicos na esperança de que sustentassem suas afirmações, na verdade, apresentou argumentos mais fortes de que outro país —a Rússia — havia interferido na disputa. Trump, no entanto, mal mencionou a Rússia durante seu discurso de 25 minutos, mantendo sua aversão de longa data em admitir o que investigadores criminais e do Congresso vêm dizendo há anos: autoridades russas, incluindo o presidente Vladimir Putin, trabalharam para prejudicar os adversários de Trump tanto em suas campanhas de 2016 quanto em 2020. "Ele esquece ou simplesmente omite que o maior país que tenta influenciar todas as eleições é a Rússia", disse o senador Mark Warner, principal democrata no Comitê de Inteligência do Senado, no domingo, durante participação no programa "Face the Nation" da CBS. "Documentamos isso repetidas vezes.". O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo