Movimento ocorre após partido ultraortodoxo, insatisfeito com a gestão do premiê, dizer que tentaria antecipar eleições. O movimento, de todo modo, expõe dificuldades do governo de Netanyahu, em particular com aliados de partidos ultraortodoxos. A legenda Degel HaTorah havia anunciado nesta terça (12) que pressionaria pela dissolução após o governo rejeitar a demanda dos grupos religiosos de isentar jovens ultraortodoxos do alistamento militar. O partido governista e outros membros de sua coalizão, a mais à direita da história de Israel, propuseram, então, a dissolução, em uma manobra para tentar controlar o processo que outras legendas, inclusive da oposição, já estavam buscando controlar após o anúncio dos ultraortodoxos, o que inclui a definição de data para o pleito antecipado. A proposta eventualmente encaminhada pela presidência do Knesset deve ter uma primeira votação na semana que vem. O texto ainda precisará, de todo modo, passar por uma série de comissões e votações subsequentes para entrar em vigor e definir oficialmente a dissolução e data de novas eleições. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.