Lei de Vigilância de Inteligência Estrangeira autoriza agências a coletar comunicações de alvos estrangeiros no exterior. A oposição democrata conseguiu reunir parte dos votos do Partido Republicano para dificultar a aprovação da lei, que expira no dia 12 de junho. A Seção 702 da Fisa (Lei de Vigilância de Inteligência Estrangeira, na sigla em inglês) permite que as agências de inteligência americanas coletem comunicações de alvos estrangeiros fora do país, mesmo quando estes se comunicam com pessoas que estão nos Estados Unidos. Os funcionários a descrevem como uma ferramenta vital contra o terrorismo e a espionagem, mas os grupos de liberdades civis e parlamentares preocupados com a privacidade afirmam que ela permite o acesso, sem ordem judicial, às comunicações de cidadãos americanos. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.