Masoud Pezeshkian afirma que armamentos são indispensáveis para defesa e não serão objeto de negociação. "Se não tivéssemos os mísseis que temos para nossa defesa, Israel e os EUA teriam arrasado o Irã como fizeram com Gaza, sem piedade nem de idosos nem de jovens", disse ele durante visita ao Paquistão, um dos principais mediadores das negociações entre Teerã e Washington para encerrar o conflito. "Nunca negociaremos com ninguém, sob nenhuma circunstância, as nossas capacidades defensivas.". As declarações reforçam o posicionamento da República Islâmica de considerar seu arsenal de mísseis um elemento central de sua estratégia de segurança nacional. Essa posição recebeu apoio do primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif. Ele confirmou que o acordo preliminar firmado entre EUA, Irã e os países mediadores não inclui referências ao programa de mísseis balísticos iraniano. Sharif também criticou o que chamou de aplicação desigual de regras internacionais, argumentando que não deveria haver padrões diferentes para o acesso de países a esse tipo de armamento. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.