Sul-africano David Benatar é o maior nome do antinatalismo, linha de pensamento que vê reprodução como imoral. Os líderes americanos não são os únicos a investir numa agenda pró-natalista. Xi Jinping pressiona para que mulheres tenham mais filhos na China, assim como Giorgia Meloni, na Itália, Marine Le Pen, na França, e representantes de partidos conservadores na Alemanha. Mas, do ponto de vista filosófico, há quem desafie a noção de que o caminho natural –e correto– é procriar. É o caso do sul-africano David Benatar, o maior expoente do antinatalismo, a corrente de pensamento contrária à de Vance, Trump, Xi e Meloni. Em entrevista por videoconferência à Folha, Benatar questiona a ideia de que a humanidade deve ceder ao imperativo da reprodução. "O simples fato de sermos programados evolutivamente de certa maneira não significa que isso seja moralmente aceitável", diz. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.