Legislação do país estabelece que ato aconteça no Congresso; novo líder eleito solicitou autorização. A legislação do país estabelece que a cerimônia aconteça no Congresso, localizado em Bogotá. Sem maioria própria no Legislativo, o ultradireitista pediu ao Congresso, que iniciará a nova legislatura em 20 de julho, uma autorização para realizar da cerimônia de posse em um complexo militar. A proposta reflete seu discurso linha-dura a favor das forças de segurança e poderá representar mais um embate com Petro desde as eleições. A troca de poder na Colômbia está sendo marcada por desavenças e incertezas após Espriella anunciar a suspensão do processo de transição do cargo em resposta à recusa de Petro em aceitar o resultado do pleito. Petro, que foi o primeiro presidente de esquerda do país, anunciou que não permitirá a mudança. "No exercício de minhas faculdades constitucionais e legais, ordeno que nenhum estabelecimento militar sirva para uma posse de um presidente da República", afirmou ele em um post. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.