Por que os botões voltaram ao centro da moda e do mercado de luxo
O acessório nasceu como enfeite no Vale do Indo, virou fecho funcional na Idade Média e símbolo de poder na Renascença. Hoje, alcança até R$ 528,7 mil em peças assinadas por. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Casual Guia de Viagens 100 MELHORES RESTAURANTES VINHOS TURISMO RELÓGIOS CARROS CEOs NO TEMPO LIVRE Home Casual Por que os botões voltaram ao centro da moda e do mercado de luxo O acessório nasceu como enfeite no Vale do Indo, virou fecho funcional na Idade Média e símbolo de poder na Renascença. Hoje, alcança até R$ 528,7 mil em peças assinadas por Alberto Giacometti para a Schiaparelli Botões em formato de fechadura marcam a assinatura de Schiaparelli, casa que a mostra do V&A celebra como arte a ser vestida (Divulgação). O botão nasceu decorativo, muito antes de virar útil. Os primeiros exemplares surgiram por volta de 2000 a.C., na civilização do Vale do Indo, entre atuais Paquistão e Índia, sem função de fixar tecido. Só no século 13 ele passou a funcionar como fecho de verdade, entrando de vez no vestuário europeu. Da Renascença em diante, o item virou símbolo de status. No Campo do Pano de Ouro, encontro de 1520 entre François I da França e Henrique VIII da Inglaterra, os dois reis disputaram quem usaria os botões mais ricos, cravejados de ouro e pedras. Luís XIV seguiu o mesmo caminho com botões de diamante, e os dândis do século 18 passaram a usar peças cada vez maiores, cobertas de pedras, strass ou aço recortado. Esse histórico de ostentação explica por que o botão voltou ao centro das passarelas. Matthieu Blazy colocou peças grandes como centro visual de sua coleção de estreia na Chanel. Na mostra "Schiaparelli: Fashion Becomes Art", em cartaz no V&A, em Londres, exemplares assinados por Alberto Giacometti e pelo joalheiro Jean Schlumberger aparecem esculpidos com figuras humanas e acrobatas em pleno voo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Exame