Livro analisa artes gráficas da histórica editora José Olympio
Obra de Carla Fontana se dedica às criações de artistas como Santa Rosa. Tomou gosto pela vida de livreiro e virou balconista. Em 1931, abriu sua própria loja na cidade e, no ano seguinte, editou seu primeiro livro. Surgia a Livraria José Olympio Editora. Transferiu o negócio para o Rio de Janeiro, onde ampliou o número de publicações. As vendas cresciam, o prestígio também. Em 1937, o Anuário Brasileiro de Literatura, uma publicação voltada para o mercado editorial, referiu-se a José Olympio como "o maior editor nacional". Entre os primeiros autores da editora, estavam Rachel de Queiroz e José Lins do Rego. Mais tarde, Carlos Drummond de Andrade, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa, Jorge Amado e um longo etc. Não há como pensar na literatura do país no século 20 sem considerar a José Olympio, casa que hoje integra o grupo Record. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo