Com a bolsa barata, gestores preferem juros, ativos reais e exportadoras e esperam gatilho político para aumentar exposição ao risco. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Invest BTG Insights Guia de Investimentos Invest Opina Invest Pro Mercados Minhas Finanças Onde Investir Home Invest Mercados Gestores evitam bolsa por causa da eleição: para onde o dinheiro está indo? Com a bolsa barata, gestores preferem juros, ativos reais e exportadoras e esperam gatilho político para aumentar exposição ao risco Eleição e mercado financeiro: cautela com a eleição se reflete diretamente na carteira de grandes casas (Leandro Fonseca/Exame). A eleição presidencial de 2026 está no radar dos gestores e tem tirado o apetite para o aumento da exposição ao risco na bolsa brasileira. Durante a 7ª Conferência Anual do Santander, realizada em São Paulo, nesta terça-feira, 18, os gestores Bruno Cordeiro, sócio da Kapitalo; Christian Faricelli, sócio e gestor da Absolute, e Christian Keleti, sócio-fundador e gestor da AlphaKey, mostraram posições defensivas e disseram esperar maior clareza sobre o cenário político para ampliar as apostas em renda variável. A principal divergência entre os gestores está justamente na leitura da eleição. Cordeiro e Keleti consideram que a disputa entre as duas principais candidaturas, a de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e a do senador Flávio Bolsonaro (PL), tem 50% de chance para cada um dos candidatos, o chamado "50/50". O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.