À Folha, Rafael Grossi defende trabalho à frente da AIEA como exemplo de sucesso de ação multilateral. A afirmação foi feita à Folha nesta sexta-feira (12) pelo argentino Rafael Mariano Grossi, 65, o diretor-geral da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), que é 1 dos 4 candidatos para o cargo de secretário-geral da ONU —a escolha poderá ocorrer no mês que vem. Ele conversou com um grupo de jornalistas que participaram de um seminário sobre a atuação da AIEA, sediada em Viena. Desde o fim de 2019 à frente da agência, o argentino ganhou reputação de dinamismo e acusações de personalismo. Grossi sustentou sua campanha à chefia da ONU defendendo um órgão mais proativo. Como faria isso? "Em assuntos de paz e segurança, faria como no cessar-fogo [mediado entre Rússia e Ucrânia na região da usina nuclear de Zaporíjia]. Falaria com beligerantes, há conflitos crônicos", disse. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.