ONU pede retirada de 6.000 marinheiros presos no estreito de Hormuz
Organização afirma que pelo menos 17 foram declarados mortos desde o início do conflito entre EUA, Israel e Irã. A Organização Marítima Internacional afirmou que há pelo menos 6.000 marinheiros em centenas de embarcações que estão retidos no estreito, impossibilitados de serem retirados durante o cessar-fogo. Muitos outros continuam desaparecidos. Turk instou os Estados, os proprietários de navios e todos os demais atores relevantes a "garantir com urgência a proteção dos marinheiros retidos", inclusive por meio de assistência consular e fornecimento de suprimentos essenciais, "e facilitando as retiradas e repatriações", disse Mantoo em uma entrevista coletiva. "As partes envolvidas no conflito devem trabalhar com urgência para facilitar a passagem segura das pessoas retidos, a fim de que possam ser evacuadas e desembarcar com segurança, bem como garantir a entrega de suprimentos essenciais", acrescentou Mantoo. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Mundo. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: Folha de S.Paulo