Sequência de assassinatos sem solução impulsionou ida de milhares às ruas da capital mexicana, sede do Mundial. A 48.ª edição da "Marcha del Orgullo" começou muito antes de o cortejo ocupar a avenida Paseo de la Reforma. Nas semanas que antecederam a manifestação, uma sequência de homicídios de pessoas da comunidade LGBT +voltou a expor a dificuldade do país em investigar e punir crimes motivados por preconceito. Em 13 de maio, Ashley Fernando, 33, foi encontrado carbonizado quatro dias após desaparecer em San Mateo Texcalyacac, no estado do México. Dias antes, Fanny N., mulher transexual de 27 anos, havia sido encontrada morta dentro de casa em Mexicaltzingo. Em Tapachula, no estado de Chiapas, o cabeleireiro Sergio Loranca também foi encontrado morto com sinais de violência. Nenhum dos casos foi esclarecido. "É um ciclo de violências sem solução. Quando pensamos estar seguros, uma catástrofe chega", afirma Cristian Garay, 35, integrante dos coletivos responsáveis pela organização da marcha. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.