OUTRO LADO: Prefeitura de Natal nega irregularidades na drenagem e diz que estruturas mencionadas pelo MPF seguem projeto aprovado. A ação foi protocolada na última terça-feira (6) na Justiça Federal do Rio Grande do Norte. Nela, o MPF pede a reestruturação integral da drenagem da praia e medidas emergenciais antes do período chuvoso. Procurada pela reportagem, a gestão do prefeito Paulinho Freire (União Brasil) negou irregularidades na execução da obra e afirmou que as estruturas apontadas pelo MPF seguem o projeto técnico aprovado pelos órgãos competentes. Segundo a administração municipal, as chamadas "tubulações falsas" correspondem a estruturas desativadas previstas na solução de engenharia adotada para o sistema de drenagem. O MPF afirma que os problemas têm provocado alagamentos constantes na faixa de areia ampliada pela obra de aterro hidráulico concluída em 2025. O MPF pede ainda indenização mínima de R$ 500 mil por danos morais coletivos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.