De trainee a CEO: a executiva que levou o Grupo Sabin a faturar R$ 2 bilhões
Lídia Abdalla revela como liderou 32 aquisições e transformou o grupo em potência nacional. Em pouco mais de uma década, o Grupo Sabin de medicina diagnóstica conseguiu crescer quase seis vezes sem perder o controle societário. Sob a liderança de Lídia Abdalla, que entrou na empresa como trainee em 1999 e assumiu a presidência em 2014, o grupo saiu de um faturamento de R$ 300 milhões para quase R$ 2 bilhões, expandindo sua operação para 15 unidades federativas e mais de 360 unidades de atendimento. Hoje, o Sabin ocupa a terceira posição entre os maiores grupos de medicina diagnóstica do Brasil. Mas, segundo a CEO, o movimento mais importante não foi apenas crescer. Foi crescer mantendo cultura, disciplina financeira e uma estratégia de expansão que mistura aquisições com crescimento orgânico. “Entrei como trainee. Era nova, recém-formada. E entrei atuando na área técnica. Conforme a empresa foi crescendo eu fui crescendo junto com ela”, relembrou durante entrevista para o Do Zero ao Topo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney