Daniela Klette, que viveu décadas na clandestinidade, foi identificada em meio a um grupo de capoeira em Berlim, onde era conhecida como Cláudia Ivone. Klettle, hoje com 67 anos, nega a participação no assalto a um carro-forte em Cremlingen, no estado da Baixa Saxônia, peça principal da acusação. Em uma operação violenta, com tiros disparados contra seguranças da empresa de valores, € 1,3 milhão (R$ 7,57 milhões) foram levados. Não houve vítimas, mas um dos seguranças, com crise de ansiedade, morreu mais tarde em um hospital psiquiátrico. Os advogados de defesa contestam a versão, afirmando que o julgamento tinha motivações políticas. Klette, identificada pelas autoridades como ex-integrante do grupo terrorista Facção Exército Vermelho (RAF, na sigla em alemão), passou décadas foragida. Os roubos mais recentes, segundo a Promotoria, foram realizados para custear a clandestinidade. Outros dois ex-integrantes da RAF acusados de participarem dos assaltos, Burkhard Garweg e Ernst-Volker Staub, continuam na lista de procurados da polícia alemã. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.