Canadense de origem chinesa teria realizado atividades em favor de um terceiro país e integrado organização criminosa. Segundo as autoridades, a mulher é suspeita de ter realizado atividades de espionagem em favor de um terceiro país e também de integrar uma organização criminosa. O país para o qual ela supostamente teria atuado não foi identificado. "Ela é suspeita de espionar em nome de um terceiro país e de ser membro de uma organização criminosa", afirmou o Ministério Público belga em comunicado. A identidade da suspeita também não foi divulgada. De acordo com o órgão, outras informações sobre a mulher, incluindo seu nome, serão mantidas sob sigilo neste momento. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.