O food service americano cresce, mas perde rentabilidade e aposta na tecnologia para sobreviver. O Brasil assiste ao mesmo filme com alguns anos de atraso. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Negócios NEGÓCIOS EM EXPANSÃO STARTUPS FRANQUIAS NOSTALGIA CRIS ARCANGELI Home Negócios Em busca de margem: o que o Brasil pode aprender com o mercado bilionário de restaurantes dos EUA O food service americano cresce, mas perde rentabilidade e aposta na tecnologia para sobreviver. O Brasil assiste ao mesmo filme com alguns anos de atraso Isabela Rovaroto Repórter de Negócios. Chicago, EUA* — Nos Estados Unidos, o setor de food service se prepara para fechar 2026 com US$ 1,5 trilhão em faturamento. São quase 16 milhões de trabalhadores, e 53% de tudo que o americano gasta com alimentação já sai fora de casa. É um mercado gigante, pulsante, e aparentemente saudável. Mas os números escondem uma crise silenciosa. Quando se descasca o crescimento nominal, o que aparece é bem menos animador: a expansão real do setor caiu de 4,8% para 1,3%, devorada pela inflação. Os preços dos cardápios subiram 4% em termos reais. E, mais revelador do que qualquer indicador agregado, 42% dos operadores independentes relataram que seus restaurantes não foram lucrativos em 2025. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.