CVM aprova oferta pública de ações da Oncoclínicas e contraria área técnica
Por unanimidade, conselheiros entenderam que fundo Josephina 3 deveria ter realizado uma OPA. A decisão faz parte de uma disputa envolvendo a gestora norte-americana Centaurus Capital e a brasileira Latache, atualmente sócia majoritária da rede de saúde. Na OPA, o acionista majoritário propõe comprar todas ou uma fatia das ações de uma companhia. A questão é o pagamento aos acionistas minoritários, que recai sobre a Centaurus. O estatuto da Oncoclínicas tem uma cláusula de proteção determinando que investidores que atinjam uma participação superior a 15% depois do IPO façam uma OPA para oferecer a opção de compra das ações de outros acionistas. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo