Casas Bahia: recuperação judicial é para continuidade da operação, diz CEO
O executivo afirma que a recuperação judicial garante que as "fortalezas da companhia fiquem preservadas". A Casas Bahia ( BHIA3 ) apresentou pedido de recuperação judicial na noite deste domingo (16). Para Renato Fraklin, CEO da companhia, o instrumento já não representa uma ameaça para companhias, como poderia ser no passado, e oferece a garantia de proteção que a Casas Bahia precisa para realizar renegociações. O ponto principal do Plano de Transformação Fase 2, para Fraklin, é a reformulação de passivos da companhia, de forma a proteger o caixa da companhia e garantir a continuidade da operação. “A recuperação judicial é um instrumento para fortalecer a continuidade da operação”, diz. “Há ajuste de rota, mas não ajuste de destino”. Sem o instrumento, a continuidade da operação poderia estar em risco, como apresentado pela auditora do balanço do 2º trimestre de 2026. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney