Ministra do STF também afirmou que democracia é dificil na prática e usou exemplo pessoal para ilustrar. Ela também defendeu o atual texto constitucional, principalmente das críticas relativas à sua extensão. "Houve quem dissesse, em sala de professores: 'Uma demasia, uma Constituição palavrosa'. E eu, professora de direito constitucional, dizia: 'Mas nós somos um povo palavroso, nós conversamos até pelos cotovelos. Não pode ser uma Constituição de um povo silencioso'", afirmou. As declarações foram dadas em uma aula magna na PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). Organizado pelo Centro Acadêmico 22 de Agosto, do curso de direito da instituição, o evento teve como tema "Autoritarismo e Democracia: o Papel da Constituição Federal em Defesa do Estado de Direito". Segundo ela, "o direito existe para o ser humano, não é o ser humano que existe para o direito". "Não dá para me encaixar numa norma que alguém fez, dizendo que isso era melhor para a mulher brasileira. Vai que não é. Vai que o homem que fez isso nem entendia de mulher e nem gostava muito de mim", disse a ministra. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.