Brasileira que denunciou Epstein diz que passou a dormir com arma após ameaças
Departamento de Justiça dos EUA divulgou nomes, endereços e fotos de vítimas em pelo menos 6.250 casos. Em setembro de 2025, ela e outras vítimas participaram de uma entrevista coletiva pressionando pela divulgação dos arquivos de Epstein. "Ela vai ser eliminada", escreveu um desconhecido sob um vídeo do YouTube de uma reportagem sobre Lacerda naquele dia. "Ela realmente deveria ter ficado quieta. Descanse em paz.". O assédio se intensificou quando seu nome apareceu pelo menos 46 vezes em documentos do Departamento de Justiça meses depois. Na internet, foi chamada de mentirosa e prostituta e ouviu que mereceu o que aconteceu com ela. Sua filha de 12 anos foi provocada na escola por colegas que perguntavam se ela era filha de Epstein. Hoje, Lacerda afirma que vive com a menina em um condomínio fechado e dorme com uma arma na mesa de cabeceira. "Tenho medo de que alguém invada a casa", diz. "Estou paranoica o tempo todo.". O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo