Ateliê de moda passa a produzir sacos funerários após terremotos na Venezuela
Grife em Aragua trocou tecidos nobres por polietileno e material impermeável, produzindo também lonas para os desabrigados. Em 24 de junho, quando dois terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram Caracas e devastaram o estado vizinho de La Guaira, o estilista venezuelano Efraín Mogollón se perguntou como poderia ajudar diante da emergência. Ao menos 4.930 pessoas morreram nos sismos, segundo balanço divulgado pelo regime nesta quinta (16). "Estávamos em estado de choque porque era uma tragédia devastadora e precisávamos entender o que poderíamos fazer a partir daquilo que sabemos fazer", contou Mogollón, de 44 anos, à AFP durante uma visita a La Guaira. "E, neste caso, era costurar, colocar minha equipe para trabalhar e colocar esse plano de ação em prática", explicou. Na primeira semana após os terremotos, "começamos a fazer sacos funerários". O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo