Flexibilização em pagamentos é questionada por integrantes de Transparência Brasil, República.org e Movimento Pessoas à Frente. Nesta sexta-feira (26), os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino apresentaram um voto conjunto a fim de liberar parte dos penduricalhos que haviam sido rejeitados na decisão de março. Foram seguidos pelo presidente do tribunal, Edson Fachin, em julgamento que vai até terça-feira (30) no plenário virtual. No voto, eles defendem a autorização do pagamento de adicionais como férias não usufruídas, plantões judiciais, licença-prêmio e verbas retroativas reconhecidas antes da tese do STF. Os valores ainda permanecem submetidos ao limite de 35% do vencimento básico do magistrado. "É mais um passo para o enfraquecimento da tese do STF, que não foi suficiente para resolver a questão e, mesmo assim, está sendo mais fragilizada", diz Fernanda de Melo, especialista em relações governamentais da entidade República.org. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.