Após cortar um terço dos funcionários em 2001, Reed Hastings concluiu que empresas de alta performance devem ser administradas como equipes esportivas, não como famílias. Muito antes de se tornar uma potência de Hollywood avaliada em mais de US$ 315 bilhões, a Netflix lutava para sobreviver. Após o estouro da bolha da internet, a então locadora de DVDs realizou sua primeira grande rodada de demissões em 2001, cortando cerca de um terço de sua força de trabalho. Para o cofundador da Netflix, Reed Hastings, a experiência trouxe uma lição duradoura sobre a forma como uma empresa deve ser enxergada: ela pode ser uma equipe muito unida, mas não é uma família. “As pessoas respeitam grandes equipes, e respeitam famílias e a forma como elas funcionam”, disse Hastings recentemente ao Semafor. “Mas, se você se descreve como uma família dentro de uma empresa, é melhor nunca fazer demissões. Você nunca demitiria dois dos seus filhos, certo? As pessoas se tornam muito cínicas quando você diz que é uma família, mas não age dessa forma.”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.