Descontos fora do padrão e anúncios genéricos podem sinalizar produtos ilícitos. Produtos piratas e falsificados, embora mais baratos, duram menos e podem trazer riscos à saúde, além do prejuízo econômico ao país. Para auxiliar a população a identificar falsificações ou cópias, entidades de proteção do consumidor e sites de compras virtuais têm recomendações de conduta. Segundo o Procon-SP, órgão de defesa do consumidor no estado de São Paulo, itens de moda, eletrônicos e medicamentos estão entre as falsificações mais comuns. Além deles, livros, filmes, jogos e músicas também são vendidos de forma ilegal. Há uma diferença entre produtos piratas e produtos falsificados, de acordo com o Procon. Piratear é fazer cópias de obras protegidas por direitos autorais; falsificar consiste em fabricar, de forma intencional, itens que se pareçam ao máximo com os genuínos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.