Empresa diz à CVM que assinou contrato de não confidencialidade e não difamação com Daniel Stieler. A compensação foi questionada na autarquia por um investidor, considerando que a política de remuneração da mineradora não prevê esse tipo de benefício a membros do conselho de administração. Na quarta-feira (8), a CVM abriu processo para investigar o tema. Em resposta, a Vale disse que celebrou com Stieler um contrato de "não competição, não solicitação, não difamação e confidencialidade pelo período de 24 meses, tendo em vista o amplo acesso que teve a informações confidenciais e estratégicas do Grupo Vale durante o exercício de suas funções". "Por se tratar de desligamento não planejado, ocorrido enquanto havia temas estratégicos ainda em maturação no âmbito de suas funções", justificou a companhia, "tornou-se necessária a adoção de cuidados adicionais no processo de transição". O mandato do executivo venceria em abril de 2027. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.