Para a instituição, juros devem permanecer elevados neste ano, o que deve pressionar o mercado acionário. "Do ponto de vista doméstico, a forte queda dos juros que esperávamos no início do ano não se concretizou, e projetamos que a Selic encerre o ano em 13,75%, o que não deverá produzir um impacto significativo sobre as ações", diz a instituição em relatório assinado pelos analistas Rodolfo Angele, Emy Shayo Cherman, Adrian E. Huerta e Diego Celedon. O banco também menciona a volatilidade associada às eleições no Brasil. Segundo a instituição, em períodos eleitorais, a Bolsa brasileira tende a apresentar desempenho inferior. "As perspectivas para a política econômica continuam incertas, já que quem vencer as eleições de outubro terá de lidar com taxas de juros reais elevadas e com déficit fiscal. Do ponto de vista mais técnico, o Brasil costuma apresentar desempenho inferior nos seis meses que antecedem as eleições", afirma. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.