Universo pode não ser tão uniforme quanto se pensava: e isso pode mudar tudo
Testes inéditos revelam indícios de que o Universo pode não ser homogêneo nas maiores escalas, desafiando um dos pilares do modelo cosmológico atual. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Astronomia Ciência e Espaço Universo pode não ser tão uniforme quanto se pensava: e isso pode mudar tudo Testes inéditos revelam indícios de que o Universo pode não ser homogêneo nas maiores escalas, desafiando um dos pilares do modelo cosmológico atual Lucas Soares 15/05/2026 19:08 Um mapa de todo o céu sobre a Terra em 102 cores, sob a visão do SPHEREx. Crédito: NASA/JPL-Caltech Compartilhe: A cosmologia moderna se apoia em uma premissa fundamental: que, nas maiores escalas, o Universo é homogêneo e isotrópico – isto é, a matéria está distribuída de forma uniforme e o cosmos aparenta ser o mesmo em todas as direções. Essa ideia, incorporada ao modelo de Friedmann-Lemaître-Robertson-Walker (FLRW), é a base do chamado modelo padrão da cosmologia (ΛCDM). Mas uma série de estudos coordenados pela física Asta Heinesen, do Instituto Niels Bohr e da Queen Mary University, encontrou indícios de que essa premissa pode não ser inteiramente verdadeira. A equipe desenvolveu métodos inéditos para testar a consistência do FLRW usando dados observacionais reais – incluindo o catálogo de supernovas Pantheon+, medições do Instrumento Espectroscópico de Energia Escura (DESI) e levantamentos de oscilações acústicas de bárions. Os resultados, disponíveis no arXiv e ainda em pré-impressão, apontam para desvios leves, porém intrigantes, do comportamento esperado. Dois fenômenos podem distorcer a percepção da geometria cósmica. O primeiro, chamado efeito Dyer-Roeder, ocorre porque a luz de objetos distantes atravessa principalmente regiões quase vazias do espaço, fazendo com que a densidade de matéria pareça menor do que realmente é. O segundo é a retroação cosmológica: o crescimento de grandes estruturas (aglomerados e vazios) pode alterar a própria taxa de expansão do universo. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital