Trump quer sair do Oriente Médio, mas rivais e aliados não deixam
Irã aproveita novo momento de recuo de Washington, enquanto premiê de Israel rejeita plano para Gaza. No fim de semana, o presidente americano disse que sua nova estratégia seria "agir discretamente" no Irã, sugerindo que pretende pressionar o país persa a fechar um acordo sem que os Estados Unidos recorram a uma ação militar de grande escala. Mas um duro lembrete dos limites do poder dos EUA na região veio de Israel: o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu disse no domingo (9) que estava descartando o plano de paz de Trump para a Faixa de Gaza. Os dois conflitos no Oriente Médio evidenciam tanto a ânsia de Trump por proclamar vitória quanto sua incapacidade de impor sua vontade, apesar do enorme poderio militar que conseguiu mobilizar. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo