Sismo que matou pelo menos 289 pessoas, segundo último balanço, obrigou presidente a adiar promessas de campanha. Em uma semana, o líder declarou calamidade pública, suspendeu um giro que pretendia fazer pelo país, negou ajuda internacional de inúmeras nações e entrou em confronto com a gestão anterior, que chama de regime. Inicialmente focado em dedicar os primeiros dias no Executivo a ações linha-dura na segurança pública e austeras na economia, conforme prometeu ao longo da campanha, Espriella foi obrigado a descartar o plano e se voltar para o tremor de magnitude 7,4 que atingiu 11 dos 32 departamentos do país. A primeira medida foi o decreto de calamidade pública, que dá mais flexibilidade para contratações e agiliza trâmites do Estado. Em seguida, começou o trabalho junto à UNGRD (Unidade Nacional para Gestão de Risco de Desastres, na sigla em espanhol). O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.