O ativista brasileiro afirma ter sofrido agressões e presenciado abusos contra palestinos durante dez dias de custódia após tentativa de levar ajuda humanitária a Gaza. SÃO PAULO, 11 ⁠Mai (Reuters) – O ativista brasileiro Thiago Ávila retornou ⁠a São Paulo na segunda-feira após sua detenção e ‌deportação de Israel, onde alegou ter sido torturado e testemunhado abusos de prisioneiros palestinos durante 10 dias de custódia. Ávila ‌e o espanhol Abu Keshek faziam parte da segunda Flotilha Global Sumud, que partiu da Espanha em 12 de abril, na tentativa de romper o bloqueio de Israel a Gaza com a entrega de ajuda. Os dois foram presos e levados ⁠para ‌Israel depois que as forças israelenses interceptaram a flotilha, enquanto ⁠mais de 100 outros ativistas pró-palestinos foram levados para Creta. Ávila e Abu Keshek foram detidos sob suspeita de crimes, incluindo auxílio ao inimigo e contato com um grupo terrorista. Ambos negaram as alegações. Eles foram liberados ​no sábado e entregues às autoridades de imigração para deportação. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.