Tesouro IPCA+ 2050 opera perto do pico de 2026 com nova pressão do exterior que também pesa sobre a bolsa e o câmbio nesta quinta-feira (21). Notas de dólares e moedas de real (Imagem gerada com auxílio IA/Leonardo Albertino) Publicidade. O Tesouro IPCA+ 2050 abriu nesta quinta-feira (21) a 7,11% ao ano, a um ponto-base da maior taxa registrada em 2026, em movimento que reflete a combinação de pressão externa dos Treasuries com a persistência do risco no Estreito de Ormuz. A máxima do ano foi de 7,12%, marcada em janeiro, ainda na sequência do chamado “Flávio Day” do fim do ano passado. Apesar da aproximação, o título opera bem abaixo das máximas de 2025, quando chegou a 7,47% em fevereiro. O papel saiu de 7,06% na quarta-feira para 7,11% nesta manhã, alta de 5 pontos-base. O IPCA+ 2060 com juros semestrais subiu de 7,24% para 7,31%, e o IPCA+ 2045 com juros semestrais avançou de 7,37% para 7,42%. O IPCA+ 2040 foi de 7,33% para 7,38%, e o IPCA+ 2037 com juros semestrais subiu de 7,61% para 7,65%. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.