Terras raras atraem fluxo bilionário e aceleram corrida para depender menos da China
Restrições de exportação impostas por Pequim impulsionam investimentos em empresas de terras raras, enquanto governos e investidores apostam em novas cadeias de suprimento fora da. Terras raras no Laboratório de Física e Estudos de Materiais em Paris 23 de junho de 2025 REUTERS/Benoit Tessier Publicidade. As restrições de exportação de terras raras adotadas pela China desde 2025 estão desencadeando uma nova corrida global por investimentos no setor, beneficiando empresas ligadas à mineração, processamento e fabricação de ímãs permanentes usados em veículos elétricos, energia eólica, defesa, semicondutores e robótica, conforme aponta o Morgan Stanley. Segundo destacaram os analistas do banco em relatório, a China domina atualmente cerca de 60% da produção mundial de terras raras magnéticas, 91% do refino e 94% da fabricação de ímãs permanentes sinterizados. Essa concentração ganhou relevância após duas rodadas de controles de exportação implementadas por Pequim, que afetaram o fornecimento global de elementos estratégicos para diversas indústrias. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney