Cientistas descobriram que tecidos removidos de pepino-do-mar se regeneraram e cresceram sozinhos por mais de três anos em água do mar. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Tecido que cresce fora do corpo é descoberto – e pode revolucionar a biomedicina Cientistas descobriram que tecidos removidos de pepino-do-mar se regeneraram e cresceram sozinhos por mais de três anos em água do mar Pedro Spadoni 29/05/2026 10:30 Imagem ilustrativa de pepino-do-mar regenerando tecido no oceano - Imagem: Pedro Spadoni via Gemini/Olhar Digital Compartilhe: Cientistas liderados pela Universidade Memorial de Newfoundland, no Canadá, descobriram que fragmentos de tecidos removidos de uma espécie de pepino-do-mar chamada Psolus fabricii conseguem sobreviver, se regenerar e crescer de forma independente por mais de três anos em água do mar natural. O estudo, publicado na revista científica Science Advances nesta semana, desafia os conceitos biológicos tradicionais sobre a mortalidade de tecidos descartados. Batizados pelos pesquisadores de LiPfe, esses fragmentos representam o primeiro registro na ciência de tecidos animais que mantêm viabilidade de longo prazo e crescimento fora de um ambiente de laboratório estéril. A descoberta abre frentes na biomedicina, com potencial de aplicação em engenharia de tecidos, regeneração biológica e tratamentos de cicatrização antimicrobiana. Durante os experimentos feitos com amostras retiradas dos pés tubulares, do corpo principal e dos tentáculos de três indivíduos da espécie de águas frias, os pesquisadores constataram a ocorrência de atividade imunológica, ciclo celular e reorganização tecidual. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.