O avanço de 0,7% na produção industrial de abril e o temor de novas barreiras comerciais americanas levaram bancos a preverem o fim dos cortes ou até alta na Selic, pressionando a. SÃO PAULO, 3 Jun (Reuters) – As taxas dos ⁠DIs (Depósitos Interfinanceiros) fecharam a quarta-feira pré-feriado com altas firmes, acima de 30 pontos-base ⁠em alguns vencimentos, em um dia de mal-estar no mercado com as projeções de inflação no Brasil, a ‌ameaça norte-americana de nova tarifa sobre os produtos brasileiros e os ataques de EUA e Irã no Oriente Médio. Com os investidores também adotando posições mais defensivas antes do feriado de Corpus Christi, no fim da tarde a taxa ‌do DI para janeiro de 2028 estava em 14,355%, em alta de 29 pontos-base ante o ajuste de 14,068% da sessão anterior. Na ponta longa da curva a termo, a taxa do DI para janeiro de 2035 estava em 14,43%, com elevação de 30 pontos-base ante o ajuste de 14,127%. No início do dia o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção industrial brasileira subiu 0,7% em abril ante março e avançou 2,7% em relação a abril de 2025, acima ⁠das ‌expectativas de economistas ouvidos pela Reuters, de altas de 0,4% no mês e de 1,7% na base anual. Foi o ⁠quarto mês consecutivo de ganhos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.