As taxas futuras subiram mais de 15 pontos-base impulsionadas pelo avanço dos Treasuries após anúncios de Donald Trump e pelo veto a visitas de Flávio Bolsonaro ao pai. SÃO PAULO, 13 Jul (Reuters) – As taxas dos ⁠DIs fecharam a segunda-feira com altas firmes, acima de 15 pontos-base em vários ⁠vencimentos, em sintonia com o avanço dos rendimentos dos Treasuries no exterior, após o presidente dos EUA, ‌Donald Trump, anunciar a retomada do bloqueio naval contra o Irã. O noticiário político brasileiro também esteve no radar, após nova pesquisa eleitoral e proibição de que o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) visite o pai, o ‌ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena em prisão domiciliar. No fim da tarde, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2028 estava em 14,015%, com alta de 16 pontos-base ante o ajuste de 13,857% da sessão anterior. O DI para janeiro de 2035 marcou 14,39%, com elevação de 13 pontos-base ante 14,258%. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.