Taxas curtas e intermediárias caem com aumento de apostas no corte da Selic
As taxas recuaram diante do consenso de que o Banco Central voltará a reduzir os juros e pelo alívio nos preços internacionais do petróleo, enquanto os contratos longos fecharam. SÃO PAULO, 26 Jun (Reuters) – As taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) com prazos curtos e intermediários voltaram a ceder nesta sexta-feira, com os investidores reforçando apostas de que o Banco Central caminha para novo corte da taxa básica Selic em agosto, enquanto as taxas longas terminaram próximas da estabilidade. O recuo do petróleo no mercado internacional foi outro fator atuando para a queda das taxas no Brasil. No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 14,14%, em baixa de 11 pontos-base ante o ajuste de 14,246% da sessão anterior. Na ponta longa da curva a termo, a taxa do DI para janeiro de 2035 estava em 14,315%, praticamente estável ante o ajuste de 14,311%. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney