Medidas do Banco Central para restringir o uso de criptoativos em pagamentos internacionais ampliaram atritos com Washington. Sede do Banco Central, em Brasília 26 de dezembro de 2024 REUTERS/Ueslei Marcelino Publicidade. A investigação comercial que levou os Estados Unidos a recomendar tarifas de 25% sobre produtos brasileiros não se limita ao Pix, ao etanol ou ao desmatamento. Segundo uma reportagem do UOL, nos bastidores das negociações entre Brasília e Washington, as stablecoins — criptomoedas lastreadas em moedas tradicionais — aumentaram o ruído entre os negociadores. Conforme fontes envolvidas nas discussões ouvidas pelo portal, medidas adotadas pelo Banco Central para ampliar o controle sobre operações com esses ativos aumentaram o desconforto de autoridades americanas e ajudaram a deteriorar o ambiente das negociações que antecederam a conclusão da investigação do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.