Partida entre EUA e Bélgica, pelas oitavas de final, tem atuação sem polêmicas da arbitragem. A partida, que terminou com vitória belga por 4 a 1, eliminando o último anfitrião desta edição —Canadá e México também já se despediram—, teve a sua arbitragem comandada por Adham Makhadmeh, da Jordânia, sob os holofotes após a interferência do governo dos Estados Unidos em decisões do Comitê Disciplinar da Fifa. O jordaniano entrou em campo pressionado por ser o primeiro árbitro em um jogo da seleção americana no Mundial depois da anulação da suspensão automática do atacante Balogun. O jogador foi expulso pelo árbitro brasileiro Raphael Claus no jogo contra a Bósnia, na abertura do mata-mata. A Fifa, no entanto, anulou o cumprimento automático da suspensão. Para isso, usou o artigo 27 de seu regulamento, que permite a suspensão de medidas disciplinares. A decisão, porém, só ocorreu após o presidente dos EUA, Donald Trump, telefonar para o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para reclamar da expulsão do jogador. Ambos admitiram o contato, embora o dirigente tenha defendido a autonomia do Comitê Disciplinar da entidade máxima do futebol. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.