Sites oferecem simulação de compras para gerar sensação de prazer, mas há riscos
Tendência que nasceu na Coreia do Sul já chegou ao Brasil com plataforma que exige dados pessoais para "concluir" a compra fictícia, mas levanta dúvidas sobre segurança digital. O consumidor abre o site, escolhe o produto, faz o “pagamento” e vê o tempo que vai levar a entrega. Só que nada foi cobrado e nem vai chegar em sua casa. Essa é a proposta dos “sites de dopamina”, plataformas que simulam experiências de consumo sem que nenhuma transação aconteça de verdade. A promessa, feita pelas próprias plataformas, é a liberação de dopamina, neurotransmissor que muitos costumam associar diretamente ao prazer. A definição, porém, é mais profunda. — A dopamina não é simplesmente um neurotransmissor do prazer, como é muito dito. Ela é de antecipação do prazer. Então o procurar já é, por si só, algo inerente ao ser humano — explica Renato Villela Gallo, neuropsicólogo e pesquisador do Programa Ambulatorial dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney