Promotoria denuncia 25 integrantes do grupo e aponta estrutura de controle territorial, lavagem de dinheiro e tribunais do crime. Uma denúncia apresentada à Justiça neste mês pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte contra 25 integrantes da organização descreve uma estrutura voltada para controle de territórios, disciplina interna, lavagem de dinheiro e articulação com facções de outros estados. As estratégias são semelhantes às adotadas por grupos criminosos de maior porte. O Sindicato do Crime surgiu em 2013 após dissidências do PCC (Primeiro Comando da Capital) dentro do sistema prisional potiguar, onde ganhou força ao defender autonomia local e disputar o controle das cadeias e dos territórios urbanos do estado. A facção ganhou projeção nacional após o massacre da Penitenciária de Alcaçuz, em 2017, e a onda de ataques a ônibus, prédios públicos e bases policiais registrada no estado, em 2023. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.