Entidades alertam para perda de competitividade, redução das exportações e riscos para investimentos e empregos; setores defendem solução negociada entre Brasil e EUA. A decisão dos Estados Unidos de manter a tarifa adicional de 25% sobre parte das exportações brasileiras provocou reação de entidades que representam alguns dos principais setores afetados pela medida. Sem terem sido incluídos na lista de exceções anunciada pelo governo americano, segmentos como calçados, vestuário, máquinas, etanol e parte da indústria de base florestal alertam para perda de competitividade, redução das exportações e riscos para investimentos e empregos, além de defenderem uma solução negociada entre os dois países. O setor de vestuário e calçados também ficou de fora das exceções e deve ser taxado a partir do dia 22. A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) disse, em comunicado, que medidas dessa natureza “aumentam a insegurança no comércio internacional, reduzem a competitividade das empresas e geram impactos sobre investimentos, produção, emprego e integração das cadeias produtivas”. A entidade também defendeu que o Brasil continue “avançando na agenda de competitividade, ampliação de mercados, diversificação das exportações e fortalecimento de sua base industrial”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.