Sem sinais de agressão e com inchaço na face: como estava cão Orelha quando foi resgatado
Parecer do MPSC associou morte do cão Orelha à doença grave preexistente e pediu o arquivamento das investigações sobre envolvimento de adolescentes. Parecer do MPSC associou morte do cão Orelha à doença grave preexistente e pediu o arquivamento das investigações sobre envolvimento de adolescentes. O cão Orelha chegou a uma clínica veterinária de Florianópolis sem sinais visíveis de agressão severa, segundo parecer do Ministério Público de Santa Catarina que pediu o arquivamento da investigação sobre a morte do animal. O documento afirma que o cão apresentava apenas um inchaço na região do focinho e do olho esquerdo, além de secreção com sangue, mas sem cortes, rasgos, fraturas ou ferimentos abertos compatíveis com espancamento. O caso ganhou repercussão nacional após o animal ser encontrado ferido na região da Praia Brava, em janeiro deste ano. Inicialmente, adolescentes chegaram a ser investigados como suspeitos de maus-tratos. Agora, o Ministério Público sustenta que as provas técnicas indicam um quadro clínico grave e preexistente. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: ND Mais