Sem salão e com menos custos: “cozinhas invisíveis” crescem com boom do delivery
Espaços para produção e venda de comida, sem salão nem relação direta com o cliente, transformaram o mercado da gastronomia. Na pequena casa em uma travessa no bairro de Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, a movimentação de cozinheiros começa cedo, sob o comando do chef Gabriel Carvalho. Ao longo do dia, o cardápio em preparação muda radicalmente. Por um período, a equipe atende a Tatim, marca de comida saudável para escolas. Em outro turno, a vez é da Rio Sandô, recém-lançado negócio de sanduíches japoneses. Não há salão ou clientes. Trata-se da chamada cozinha invisível, voltada para a produção, sem atendimento direto ao público, que funciona exclusivamente para delivery ou retirada. “São modelos de gastronomia mais leves, flexíveis e possíveis de testar antes de se assumir toda a estrutura e o custo de um restaurante tradicional”, sintetiza o chef. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney