Da Amazônia à Europa, seca avança e movimenta debates na COP17
Segundo a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), a frequência e a duração das secas aumentaram quase 30% dedesde 2000. Essa face da crise climática será um dos temas centrais da 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), que acontecerá em Ulaanbaatar, na Mongólia, entre este domingo (17) e 28 de agosto. Para a secretária executiva da UNCCD, Yasmine Fouad, o momento pede urgência na aplicação de soluções concretas nos territórios. "A questão já não é reconhecer a seca como um risco global, mas agir cedo o suficiente para evitar que seus impactos se espalhem pelas comunidades, economias e fronteiras", afirma Fouad em entrevista à Agência Brasil. As projeções são de que, até 2050, três em cada quatro pessoas no mundo poderão ser afetadas, enquanto a demanda global por água deve superar a oferta em até 40% até 2030. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Agência Brasil